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20 de setembro de 2010

Estradas federais registram número recorde de mortes

Em média, 20 pessoas morreram por dia em rodovias da União no ano passado. Número de vítimas fatais em 2009 foi o maior desde 1997; para especialista, faltou investimento nas pistas.

As rodovias federais registraram no ano passado o maior número de mortes dos últimos 12 anos. Por dia, 20 pessoas, em média, perderam a vida em acidentes nas estradas em 2009. Durante todo o ano, foram 7.383. A média continua em alta em 2010. Até junho, 4.068 pessoas já morreram. Os números são do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), com base em dados da Polícia Rodoviária Federal. Incluem todos os tipos de veículos e atropelamentos.Em 2009, as vítimas fatais aumentaram 6% em relação a 2008 - quando foram registradas 6.945 mortes. Por José Ernesto Credendo

13 de agosto de 2010

Em 3 anos, PAC só conclui 13% das obras

É ou não, uma gestão bolivariana? (Título meu)

Principal vitrine da campanha de Dilma, o PAC ainda não conseguiu tirar do papel mais da metade de suas obra. Segundo levantamento da ONG Contas Abertas, na fase de obras estão 4.775, o equivalente a 34,2% do total. Nos três anos do PAC, só 13% dos empreendimentos foram concluídos. No saneamento, 56,7% estão na etapa inicial.

Incluindo intervenções espalhadas por vários municípios e cujos valores oscilam de poucos milhões até bilhões de reais, 52,8% dos 13.958 empreendimentos do PAC ainda estão em estágio inicial, ou seja, nas fases de contratação, ação preparatória ou licitação. Já os empreendimentos na fase de obras somam 4.775, o equivalente a 34,2% do total. Por: Gustavo Paul

8 de agosto de 2010

Infraestrutura do Brasil entre as piores do mundo

Brasil é reprovado em infraestrutura: País ocupa a 17ª posição entre 21 concorrentes globais e numa escala de 1 a 7 obtém nota 3,4, abaixo da média mundial de 4,1

A qualidade da infraestrutura brasileira é das piores no mundo, mesmo com a arrancada dos investimentos nos últimos quatro anos. Comparado a outros 20 países, com os quais concorre no mercado global, o Brasil ficou apenas na 17.ª colocação no quesito qualidade geral da infraestrutura, empatado com a Colômbia. Numa escala de 1 a 7, o País teve nota 3,4, abaixo da média mundial, de 4,1.

As informações são de um estudo inédito da LCA Consultores, cuja fonte foi o relatório de competitividade 2009/2010 do Fórum Econômico Mundial, localizado em Genebra, na Suíça. A avaliação é feita por empresários e especialistas de cada nação. No Brasil,181 questionários foram respondidos. Por Marcelo Rehder

7 de agosto de 2010

Rodovias: estudos confirmam críticas de Serra

Dados de CNT e Ipea mostram estradas federais em péssimo estado. País também vai mal em portos e aeroportos

As deficiências da infraestrutura nacional — um dos responsáveis pelo custo Brasil, que derruba a competitividade do setor produtivo nacional — foram um dos principais pontos de confronto entre os candidatos do PT, Dilma Rousseff, e do PSDB, José Serra, no debate entre os presidenciáveis. As críticas de Serra ao estado de conservação das rodovias federais encontra respaldo em levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ambos mostram que o índice de estradas em condições deficientes ou péssimas, em 2009, é de 69%. O Globo

29 de julho de 2010

Estradas deficientes ou péssimas chegam a 69%

Investimentos ainda são insuficientes; Cide é usada para fazer superávit. Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que o índice de estradas brasileiras em condições deficientes ou péssimas é de 69%. Obras previstas no PAC para as estradas estão atrasadas em 70%. Os números do levantamento referem-se à situação do Brasil em 2009.

28 de julho de 2010

Estado brasileiro, um gigante gastador

A cada ano, aproximadamente 92% dos gastos do governo federal – excluindo-se pagamento de dívidas e transferências – são engolidos pelas engrenagens do estado brasileiro. De cada cem reais, 25 são destinados ao pagamento de pessoal e outros 67, ao custeio da máquina – despesas que vão do cafezinho servido nas repartições públicas à gasolina que move os veículos de autoridades. Para investimentos em infra-estrutura, saúde, ciência etc., sobram apenas 8%. Continue lendo na Revista Veja

23 de julho de 2010

Um gargalo subterrâneo no Programa "Minha Casa, Minha Vida"

O péssimo estado do saneamento no país é o mais novo desafio do Minha Casa, Minha Vida - e a má gestão das empresas estaduais do setor é a maior razão da falta de serviços de água e coleta de esgoto.

Executivos de construtoras, que preferem não se identificar, dizem que suas empresas se restringem a tocar projetos para as faixas de renda mais alta do Minha Casa, Minha Vida - de quatro a dez salários mínimos -, porque neles é possível cobrar pela aquisição de terrenos em lugares já servidos por saneamento ou repassar ao cliente o custo das obras de água e esgoto. De acordo com as estatísticas oficiais, menos de metade da população brasileira tem acesso a água tratada e coleta de esgoto. Por essa carência, a cada dia sete crianças brasileiras morrem de diarreia. Leia mais na Revista Exame.

20 de julho de 2010

Firmes na “merde”: estudo mostra que 57% dos brasileiros não têm esgoto

De acordo com o estudo da FGV, cerca de 57% dos brasileiros não possuem acesso à coleta de esgoto e 19% da população não tem água tratada. O estudo mostrou que em 2009, dos 462 mil pacientes internados por infecções gastrintestinais, 2.101 morreram no hospital. Cada internação custou, em média, R$ 350, ou seja, R$ 745 milhões ao longo dos anos. 217 mil trabalhadores precisaram se afastar de suas atividades, no ano passado, devido a problemas ligados à falta de saneamento. A cada afastamento foram perdidas 17 horas de trabalho, em média. Os custos chegaram a R$ 238 milhões, por ano, em horas pagas e não trabalhadas. Fontes: JBonline e esta outra, aqui, onde o jornalista tentou “dourar a pílula".

5 de julho de 2010

Gargalo chega ao setor de carga aérea

Depois do estrangulamento do setor portuário, agora é a vez de os aeroportos sentirem os efeitos da falta de infraestrutura para o transporte de cargas. Os problemas são iguais aos dos portos: faltam áreas de armazenagem, instalações (câmaras refrigeradas) para produtos especiais e mão de obra suficiente para liberar as mercadorias dentro de padrões internacionais. O resultado tem sido a ampliação do tempo de desembaraço dos produtos importados. Há casos em que a mercadoria demora mais para ser liberada em território nacional do que para sair do país de origem, como a China, e chegar ao Brasil. Continue lendo aqui

1 de julho de 2010

Copa do Mundo e dinheiro público

Como contribuinte em um país em que a saúde, a educação e serviços públicos essenciais deixam a desejar, sou contrário a que se desvie dinheiro público ou seja, dos contribuintes para construção de elefantes brancos que serão utilizados para três ou quatro jogos da Copa de 2014. Ora, com todas estas deficiências, desviar recursos públicos para construção de estádios, como ocorreu no Rio de Janeiro, com o Pan-Americano e a criação deste elefante branco, que é o Engenhão, representa, em verdade, desvio de dinheiro essencial para outras atividades públicas mais importantes. Por Ives Gandra Martins – Continue lendo aqui

29 de junho de 2010

O país não pode mais esperar

A sociedade não pode mais depender do Estado. Não existe grau mínimo de competição em telecomunicações no Brasil que estimule investimentos e inovação. Com isto, o consumidor paga caro e não tem os serviços que precisa. Os investimentos realizados foram insuficientes para criar a infraestrutura exigida para que se usufrua plenamente dos avanços nas tecnologias de informação e comunicação.

24 de junho de 2010

SPI aponta que Cidades e Funasa atravancam o saneamento

A Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos (SPI) do Ministério do Planejamento identificou uma lista de 23 problemas na elaboração e execução de obras nessa área. As críticas, obtidas pelo Valor, estavam no Portal do Planejamento, retirado da Internet na semana passada. Há condenações à atuação do Ministério das Cidades e da Funasa.

23 de junho de 2010

Planejamento aponta atraso em transporte no PAC

Incapacidade de gestão. Levantamento elaborado por técnicos do Planejamento que contém críticas a diversos programas do governo federal — que acabou retirado do site da pasta na última sexta-feira, diante dos protestos de diversos ministros — afirma que 68% dos 161 principais projetos da área de transportes do PAC tiveram alteração na data de conclusão. Isso ocorreu devido a deficiências que o governo não conseguiu reduzir e constituem entraves à ampliação da infraestrutura brasileira. Leia mais aqui

20 de junho de 2010

Falta de investimentos agrava situação dos portos

Os portos brasileiros precisam de investimentos de R$ 42,8 bilhões, em 265 obras, para suprir a falta de áreas e para a expansão e melhoria dos acessos terrestres, segundo estudo do Ipea divulgado há alguns dias. Estão ocorrendo atrasos crescentes nos embarques e nos desembarques, o que afeta a indústria, tradings e transportadores, além de reduzir a competitividade dos produtos brasileiros. Principais vias de escoamento das exportações, responsáveis por 76,7% do comércio internacional do País, em 2007, os portos receberam em 2008 apenas 17% dos investimentos em transportes. Continue lendo aqui

18 de junho de 2010

SPI acusa gargalo na infraestrutura e tributos em cascata

A taxa real de câmbio registrou forte valorização no governo Lula e, por isso, teve um efeito "maléfico" nas exportações brasileiras. Além disso, um sistema tributário "complexo", a dificuldade de ressarcimento de créditos tributários, o excesso de burocracia, a falta de incentivos para investimentos em tecnologia e inovação, uma política industrial abrangente em vez de focada em alguns setores e o gargalo logístico diminuem a competitividade da produção nacional.