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30 de outubro de 2010

Integrantes do MST incendeiam sítio em Pederneiras

Marginais! Quem vai parar essa gente? A Dilma? – Arthur

A propriedade tinha sido invadida em 2009. Fazendeiro diz que os invasores o impedem de produzir

Cinco dias depois de terem sido despejados do Sítio Santa Marina em Pederneiras, integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) e da Federação dos Trabalhadores Assalariados Rurais do Estado de São Paulo (Fetaresp) voltaram ao local e atearam fogo no pasto. As chamas consumiram metade da área total da propriedade, de 31 hectares. De acordo com o dono do sítio, Antonio Aversa Neto, o caseiro reconheceu alguns dos despejados entre os autores da queimada. 'Eles ainda o ameaçaram, dizendo que voltarão a invadir o sítio depois da eleição'.

15 de outubro de 2010

A mentira não faz a História

A revista The Economist saiu, ontem, pela segunda vez, apostando suas fichas em Dilma. Nota de Sônia Racy no Estadão

A mãe de todas as mentiras
As nações são construídas pelos grandes homens que sabem liderá-las. E isso só se consegue pela verdade. A mentira não faz a História. O PT e o governo Lula despejaram sobre a Europa um tsunami de mentiras, através de revistas e cadernos especiais de jornais, para dizer que “Lula tem o apoio de mais de 80% do povo brasileiro”. O “Le Monde”, o mais importante e respeitado jornal da França, chegou a publicar uma matéria “especial” afirmando que “apenas 4% não apoiam o governo Lula”. “Le Fígaro”, o maior jornal do país, um Globão, escreveu coisas parecidas. Explica-se. O “Fígaro” pertence a Jorge Dassault, um dos três maiores empresários franceses, que fabrica os aviões Air-Bus e os Raffale, que a França quer vender ao Brasil. Por Sebastião Nery

14 de outubro de 2010

Máquina sindical do governo a serviço de Dilma

Centrais sindicais iniciam campanha pela eleição de Dilma

As seis maiores centrais sindicais do país dão largada hoje à campanha direta pela eleição de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República. Após evento realizado no fim da tarde de sexta-feira na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, filiado à Força Sindical, dirigentes sindicais intensificaram o contato com integrantes do comitê eleitoral de Dilma, definindo dois eixos de atuação: negociar com o governo o reajuste real do salário mínimo no ano que vem e iniciar desde já a defesa da candidatura petista. Em reunião realizada ontem no espaço onde funcionara o comitê de campanha de Aloizio Mercadante (PT) ao governo de São Paulo, representantes das seis entidades e de movimentos sociais acordaram em iniciar hoje uma larga campanha de rua. Por João Villaverde

11 de outubro de 2010

MTST acampa na frente da casa de empresário em SP

ATENTAI!

Não bastasse os bate-paus do PT terem invadido os prédios da região central de São Paulo, logo após o anúncio (domingo, 03) do fracasso nas urnas, dos candidatos petistas no Estado - invasão, por sinal, anunciada pelo twitter [eles não têm teto, mas têm laptop] – agora, o tal movimento dos “sem” vergonha se aproxima mais ostensivamente das casas, nos bairros residenciais da capital, acampando em suas portas - como se aguardando um sinal. Por Arthur

A matéria: Pela primeira vez na história, o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) monta acampamento na frente de uma casa de alto padrão num bairro residencial de São Paulo. Desde o dia 6, militantes se revezam diante da propriedade de um empresário do ramo da construção civil no Butantã. Até ontem, 54 pessoas estavam no local - entre elas, mulheres e crianças.

8 de outubro de 2010

Via Campesina arma contraofensiva

OS BATE-PAUS DO PT VÃO TOMAR AS RUAS!

Não falei que eles iam acabar culpando a candidata Marina do PV, por ela ter levado as eleições para o 2º. turno? Eis um trecho da insana nota dos “progressistas” do PT [invasores + ala vermelha da Igreja]: "Quanto à candidatura de Marina Silva, cumpriu o objetivo a que se propôs: o de provocar um segundo turno nessa campanha eleitoral”. Arthur

A matéria: Uma contraofensiva da Via Campesina, dos movimentos populares e dos setores progressistas da Igreja em favor da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, começou a ser articulada esta semana e, na próxima, ganham as ruas dois manifestos em favor da petista. Um deles, assinado pela Via Campesina e outros movimentos sociais, conclama "a militância de todos os movimentos sociais" a se engajarem na campanha para a eleição de Dilma. "Precisamos derrotar a candidatura Serra, pois ela representa as forças direitista e fascistas do país", diz o manifesto, que vai coletar adesões até amanhã. Por Maria Inês Nassif

6 de outubro de 2010

Invasões: A herança maldita do PT

Bastou sair os resultados das urnas, desfavorável
ao PT, e seus bates-paus começam a invadir imóveis
em São Paulo
É inconcebível que um partido faça tamanho estrago no tecido social e só tenha a apresentar a adaptação de um programa assistencialista de um governo anterior a ele.

Se dependesse do PT, a ética do esforço individual e do mérito estariam a sete palmos sob a terra. Essa é talvez a pior herança deixada por esse partido, se é lícito chamar um movimento de massas organizado de partido. Sem nenhum pejo, quando a plateia é de pobres coitados dos rincões brasileiros, o presidente Lula, ainda hoje, no outono da vida política, solta a sua máxima da cartilha da luta de classes, a única que deve ter caído em suas mãos. Por Gerson Faria

24 de setembro de 2010

ONG fundada por Netinho de Paula deve mais de R$ 790 mil para a União

Dinheiro foi liberado por pastas ligadas ao candidato ao Senado por São Paulo

O Instituto Casa da Gente, ONG fundada pelo candidato ao Senado por São Paulo Netinho de Paula (PCdoB), está sendo cobrada a ressarcir mais de R$ 790 mil aos cofres públicos por inadimplência em convênios firmados com o governo federal, a partir de 2003. O dinheiro foi liberado após parcerias firmadas por Netinho com o Ministério do Esporte, dirigido pelo seu próprio partido, e o Ministério da Cultura. Um terceiro convênio, também inadimplente, foi assinado por outro integrante do Instituto Casa da Gente, José Eduardo de Paula Júnior, com a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), cuja responsável à época pela liberação dos recursos era Matilde Ribeiro, hoje segunda suplente na chapa de Netinho.Você continua lendo aqui, no Estadão

23 de setembro de 2010

A República para os filhos

Novas denúncias, envolvendo parentes de Franklin e presidente dos Correios, atingem Planalto

A coleção de casos ligando parentes de altos funcionários do governo a contratos e a cargos públicos chegou à Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e abriu um novo capítulo na atual crise política. Subordinada ao ministro Franklin Martins, a EBC - que administra a TV Brasil - admitiu ontem saber que Cláudio Martins, filho do ministro, era funcionário da Tecnet Comércio e Serviços antes de contratála por R$ 6,2 milhões.

Num outro caso, de nepotismo cruzado, a ex-chefe da Casa Civil Erenice Guerra e o presidente dos Correios, David José de Matos, fizeram uma dobradinha que coroou 30 anos de amizade: puseram os respectivos parentes na folha de pagamentos dos órgãos sob seu comando. Por Fábio Fabrini e Roberto Maltchik

21 de setembro de 2010

Erenice mantém cargos em estatais

Mesmo afastada da Casa Civil, ex-ministra ainda integra conselhos consultivos do BNDES e da Eletrobras

Derrubada pelo escândalo de corrupção e suposto propinoduto instalado na Casa Civil, a ex-ministra Erenice Guerra continua como integrante dos conselhos de administração de duas importantes estatais: BNDES e Eletrobras. No caso da Eletrobras, onde a ex-ministra recebe R$ 5.122 mensais para participar de uma reunião a cada três meses, depende da União, a acionista majoritária, tomar a decisão e dar início ao processo burocrático para efetivar a substituição. Até ontem à noite, a Casa Civil não havia se posicionado sobre a decisão de pedir ou não a substituição de Erenice Guerra no Conselho de Administração da Eletrobras.

No Conselho do BNDES, onde ela recebe R$ 33.934 mil por ano, já há a decisão de afastá-la imediata e automaticamente, só faltando agora a formalização. Por Maria Lima

Centrais e MST fazem ato contra a imprensa

"Os cães amestrados de Lula vão prá rua" - Arhur

Evento contra "golpismo midiático", divulgado pelo PT, será na quinta-feira em SP, com políticos de siglas aliadas

Depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusar a imprensa de agir como partido político, as centrais sindicais, alguns sindicatos, partidos governistas e movimentos sociais farão na quinta-feira o "Ato contra o golpismo midiático", em São Paulo. O convite para o evento, divulgado pelo PT, acusa a imprensa de "castrar o voto popular", "deslegitimizar as instituições" e destruir a democracia.

E não faz menção explícita à onda de denúncias de corrupção que atingem a Casa Civil da Presidência. Por Leila Suwwan

17 de setembro de 2010

O Estado sob domínio de facção sindical

Os últimos graves acontecimentos derivados das ações criminosas de quebra de sigilo na Receita Federal sinalizam claramente para onde caminha o Estado brasileiro: o fosso da incredulidade e indecência.

Não bastou o repugnante episódio do caseiro Francenildo Santos Costa, em março de 2006, que teve seu sigilo fiscal estuprado pela Caixa Econômica Federal por sua denúncia contra o então todo poderoso ministro Antônio Palocci, que foi devidamente blindado para em seguida tornar-se candidato e ser eleito deputado federal. A culpa recaiu sobre o ex-presidente da CEF, Jorge Mattoso, que, a exemplo de todos os que imperiosamente tiveram de ser defenestrados da equipe do Governo Lula, como providência de última instância. E como todos os demais, também Mattoso deixou o Governo exibindo ainda a pomposa tarja de “saída a pedido”. Por Fernando Alves de Oliveira

15 de setembro de 2010

OAB pede afastamento imediato de Erenice

O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, pediu o imediato afastamento de Erenice Guerra do cargo de ministra da Casa Civil do governo Lula, “a fim de que haja uma efetiva apuração, sem qualquer possibilidade de influência”.

Cavalcante considerou “gravíssimas" as acusações de tráfico de influência envolvendo a ministra e seu filho, em negócios do governo. São as seguintes as declarações do presidente da OAB: “As acusações que se fazem em relação ao tráfico de influência permitido pela ministra Erenice Guerra são gravíssimas. Colocam em xeque a credibilidade do próprio governo.

Erenice escapa de investigação

Os laços de Erenice

Marido da ministra da Casa Civil opera no ramo da mineração, área de influência da petista no governo federal. PF e CGU vão investigar suspeitas de irregularidades.

A atuação da família da ministra Erenice Guerra é diversificada. Estende-se da União e do Governo do Distrito Federal ao setor privado. Amigos e parentes da chefe da Casa Civil conseguiram chegar a bons postos do poder público e setores disputados da economia. O empresário José Roberto Camargo Campos, marido da ministra, por exemplo, é sócio de Ércio Muniz, gerente da Eletronorte, em uma companhia de mineração, segundo dados da Junta Comercial do DF. CLIQUE AQUI para ampliar a imagem do esquema de Erenice

14 de setembro de 2010

Erenice controla direção dos Correios

Ministra pressionou para que comando da estatal fosse trocado e indicou o presidente e o diretor de Operações

A forte atuação da chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, nos últimos meses, para mudar o comando dos Correios — o que ocorreu no final de julho — virou motivo de grande desconforto e preocupação no Palácio do Planalto. Já há o reconhecimento de que Erenice operou, não só para efetuar mudanças na estatal, como, na prática, passou a controlar os Correios. A empresa está subordinada ao ministro das Comunicações, José Artur Filardi. No entanto, hoje Erenice tem ascendência direta sobre os dois principais cargos da estatal: o presidente David José de Matos e o diretor de Operações, o coronel Artur Rodrigues Silva. Por Gerson Camarotti, Martha Beck e Evandro Éboli

10 de setembro de 2010

Anistiados: governo não quer revisão de valores

“A BUFUNFA É MINHA E NINGUÉM TASCA!” - FDS

União argumenta que cálculos de indenizações a perseguidos não são de competência do TCU

O governo recorreu ao Tribunal de Contas da União (TCU), pedindo a revogação da decisão do próprio tribunal que autorizou a revisão do valor das indenizações pagas aos anistiados políticos. A Advocacia Geral da União (AGU) e a Comissão de Anistia argumentam que o TCU não tem competência para reanalisar esses valores e que, ao contrário do que concluiu o tribunal, a mensalidade paga não tem caráter previdenciário, mas de reparação de danos. Por cinco a três, o TCU acatou, em agosto, a representação do procurador Marinus Marsico, e determinou ao Ministério da Justiça a revisão dos processos.

25 de agosto de 2010

Agências reguladoras viraram depósito de lixo

Pobres de nós, pagadores

Agências acabaram virando depósito de políticos derrotados nas urnas e que precisavam ser acomodados ou então de apadrinhados dos políticos eleitos

As agências reguladoras foram criadas para estabelecer regras de atuação e fiscalizar determinados setores da economia, seja porque o Estado se retirava deles (telecomunicações e energia elétrica), seja porque a presença do Estado era inexistente ou pouco efetiva (planos de saúde e vigilância sanitária). Portanto, o papel destes órgãos é manter o equilíbrio entre os diferentes atores de cada setor, evitando que o poder econômico de um subjugue o interesse dos demais. Por Manuelito P. Magalhães Júnior

13 de agosto de 2010

Em boa hora

QUE TENHA resultados concretos a iniciativa do Ministério Público, referendada pelo Tribunal de Contas da União, de pedir a revisão de valores irracionais pagos a título de pensão do Bolsa Ditadura

AJUDA A colocar nos trilhos uma reparação que, com o tempo, tomou ares de investimento de alta rentabilidade para os que se opuseram ao regime militar e consideraram justo reivindicar indenização e pensão vitalícia ao Estado. Em vários casos, cifras invejáveis e injustificáveis. O Globo

12 de agosto de 2010

Benefício de Lula, como anistiado, está acima da média: R$ 5 mil por mês

TCU vai rever valores exorbitantes pagos aos anistiados políticos. "Vamos tentar economizar milhões para os cofres públicos, começando pelos casos mais flagrantemente irregulares", procurador Marinus Marsico.

O presidente Lula está entre os beneficiários de indenizações a perseguidos políticos. Recebe cerca de R$ 5 mil mensais, acima da média dos pagamentos aprovados nos últimos anos, de R$ 3 mil, segundo cálculo da Comissão da Anistia.

Só em 2010, já foram desembolsados R$ 297 milhões em pagamentos aos anistiados. De acordo com balanço da comissão, vinculada ao Ministério da Justiça, há cerca de 12 mil pedidos de indenização para ainda serem avaliados, dos quase 70 mil pedidos apresentados. Por Marta Salomon

5 de agosto de 2010

MST de Rainha Jr. faz campanha pró-Dilma

Ninguém apóia ninguém sem esperar alguma paga. Toda essa mobilização dos grupos invasores, em torno da candidata petista, visa assegurar que suas ações predatórias continuem contando com o respaldo do futuro governo, caso ela venha a ganhar nas próximas eleições. Com o agravante do novo texto do PNDH-3, que propõe uma espécie de “tribunal especial” para julgar o direito dos invasores, em detrimento do direito da vítima, cuja propriedade foi invadida. Diante desses "juízes" fatalmente perderemos o nosso bem. O MST e afins correspondem às turbas bolivarianas do Chávez que aterrorizam a população, desapropriando suas terras, casas e comércio — por conta própria e com o aval do governo. O mais deprimente é que nos forçam a financiar tais ações contra nós mesmos. O material abaixo é da Folha. Por FDS

2 de agosto de 2010

Entrega-se catástrofe

As demissões nos Correios são um embuste: mudam-se os nomes, mas a estatal, cujos serviços estão à beira do colapso, mantém-se sob fisiologismo político.

Os Correios, estatal que se consagrou como vitrine da corrupção no Brasil, passam pela mais severa crise dos seus 41 anos. Primeiro, o governo Lula fatiou a empresa entre operadores do PTB, do PMDB e do PT. Conheceu-se o resultado dessa gestão compartilhada nas audiências da célebre CPI dos Correios. O que fez o governo após se apagarem as luzes da CPI? Por Diego Escosteguy