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30 de outubro de 2010

Imposto do brasileiro banca a gastança do governo

Farra fiscal custa R$ 140 bi em juros

Para bancar a despesa desenfreada do governo, Tesouro Nacional aumenta a dívida pública e consome mais impostos da população. Por dia, brasileiros já pagaram R$ 517 milhões em encargos em 2010

A gastança do governo para bancar a farra fiscal e impulsionar a candidatura à Presidência da República da petista Dilma Rousseff está custando caro ao país. A emissão de títulos públicos pelo Tesouro Nacional para financiar a farra de despesas resultou no pagamento de R$ 139,7 bilhões em juros da dívida somente de janeiro a setembro-valor nunca registrado para um período tão curto de tempo segundo levantamento realizado pelo Banco Central desde 2002. Por dia, a população arcou com encargos de R$ 517,6 milhões, ou seja, cada brasileiro bancou uma fatura de R$ 700, mais do que o suado salário mínimo (R$ 510). Por Victor Martins e Vânia Cristino

27 de outubro de 2010

A mordida de R$ 1 trilhão. É preciso sustentar a companheirada

O brasileiro já pagou mais de R$ 1 trilhão de impostos e contribuições em 2010. Até o fim do ano terá pago cerca de R$ 1,27 trilhão e terá trabalhado mais de quatro meses para sustentar a máquina pública, uma das mais caras do mundo, mas nem de longe uma das mais eficientes. A marca do trilhão foi alcançada ontem, por volta de uma hora da tarde. No ano passado, a cifra com 13 algarismos apareceu 46 dias depois, em 14 de dezembro, no Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo. A voracidade fiscal continua aumentando. Editorial Estadão

19 de outubro de 2010

A sanha tributária do lulismo. Novo recorde de arrecadação

Escalada da arrecadação federal de impostos deve levar país a novo recorde da carga tributária este ano

A escalada da arrecadação federal de impostos deve levar o país a um novo recorde da carga tributária este ano. Estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) estima que, ao ritmo dos nove primeiros meses do ano, o total de tributos pagos pelos brasileiros deve crescer 0,7 ponto percentual sobre o ano passado. Em valores absolutos, isso significará que, ao final de 2010, cada brasileiro terá pago, em média, R$ 1.000 a mais em impostos  na comparação com o ano passado. Pelas contas do IBPT, a arrecadação "per capta" no Brasil atingirá a marca de R$ 6.723,42, contra R$ 5.723,42 em 2009. Por Ronaldo D'Ercole

13 de outubro de 2010

Arrecadação trilionária

O Impostômetro registra hoje R$ 950 bilhões e caminha para a marca de R$ 1 trilhão, montante previsto para ser registrado até o final deste mês. É a terceira vez que a cifra trilionária atinge o bolso dos brasileiros. Os valores, presentes no painel eletrônico instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), simulam a arrecadação diária dos governos federal, estaduais e municipais.

O painel funciona desde 2005 o que mais chama a atenção é a velocidade na mudança de seus dígitos. Para este ano, a emblemática marca de R$ 1 trilhão é esperada para o dia 27 de outubro, com quase um mês e meio de antecedência em relação ao ano passado. Por Renato Carbonari Ibelli

4 de outubro de 2010

Impostos, justiça e liberdade

Acorda, Brasil, pois parece que não querem mais que durmas no berço esplêndido da tua liberdade

O Estado, ou o monstro Leviatã, na definição de Thomas Hobbes, sequer lança o repto ao estilo esfinge: "Decifra-me ou te devoro". Por meio da carga tributária, de valores escorchantes, e infernal na sua complexidade burocrática, o Estado brasileiro faz vergar sem nenhuma piedade o espírito empreendedor de qualquer cidadão.

É impressionante olhar a velocidade dos números registrados no "Impostômetro" da Associação Comercial de São Paulo, segundo a segundo, feito um deus Chronos alucinado, a sugar para o Estado somas astronômicas de um Brasil que produz, recolhe seus tributos. E em contrapartida, a sociedade recebe – desculpem o mau jeito – um pé na bunda em termos de benefícios (que deveriam ser) concedidos por esse mesmo Estado aos contribuintes. Por Luiz Oliveira Rios

15 de setembro de 2010

Apex, cabide de aloprados do PT

Não é por outra razão que o brasileiro trabalhador é literalmente roubado nos impostos para bancar as ratazanas mocozadas no poder. Aquele Otacílio Cartaxo, aquele mesmo, envolvido até as entranhas na violação de sigilo fiscal dos contribuintes, declarou ontem que a arrecadação federal de agosto poderá apresentar crescimento real em torno de 15% e bater recorde pelo oitavo mês seguido. Em troca, recebemos a máxima ineficiência dos serviços prestados, em todos os setores. É o estado lulista pisoteando e destruindo tudo que foi construído até aqui. Por Arthur (FDS)

Refúgio de parentes de aloprados
Mulher de Osvaldo Bargas e filha de Jorge Lorenzetti, dois personagens -chave do escândalo dos alopra - dos petistas, estão empregados na Apex, agência de promoção das exportações. O Globo

13 de setembro de 2010

O risco do retorno da CPMF

A CPMF é um cadáver insepulto. Quando se julgava que, depois da sua rejeição por parte do Congresso no final de 2007, ela estaria morta e enterrada, eis que o tema ressurge, agora sob a denominação de "Contribuição Social da Saúde" (CSS), que foi rapidamente batizada pelos críticos como "Contribuição Sem Sentido". É importante que haja uma pressão que evite que essa contribuição seja ressuscitada.

Não nos enganemos: os sinais estão aí. A possibilidade de recriação dessa figura tributária vem sendo aos poucos recolocada. Nas críticas recentes lançadas contra a extinção da CPMF no final de 2007, imputando à decisão a responsabilidade pelas dificuldades do setor de saúde, os sintomas de que há um caldo de cultivo para reinserir o tema na agenda são perceptíveis para os olhares acostumados a perceber os movimentos políticos com antecedência. Por Fabio Giambiagi

9 de setembro de 2010

Brasil quer menos imposto, mas carece de políticos que levantem essa bandeira

Cerca de 90% dos votos de enquete realizada por VEJA.com pede por menor tributação. Contudo, essa luta não é defendida pela classe política

ISTO MERECE DESTAQUE, DE CARA
Observação: VEJA.com identificou 972 votos de um mesmo endereço de IP (identidade de um computador na internet) na resposta "Plenamente. Impostos elevados permitem que o estado esteja no centro da economia" das 18:34:02 do dia 7 de setembro às 14:09:54 do dia 8 de setembro. Cada voto foi realizado em um intervalo de 10 a 30 segundos. Os dados sugerem que foi utilizado algum tipo de programação para alterar o resultado da enquete. Portanto, para a repercussão do resultado com os especialistas citados nesta reportagem, VEJA.com contabilizou apenas os votos efetivos.

4 de setembro de 2010

Lula defende gastança e, por Dilma, infla o PIB

Para o Lula, “quem prega despesa menor quer aumentar impostos e cortar salários”

Sabem por que o Lula se atreve a “relinchar” tais barbaridades, por aí, nos palanques? Porque ele conhece a realidade de seus eleitores ignorantes.

Veja o que diz hoje, a coluna do Boechat: “Pesquisa da Oi chegou a um dado impressionante sobre os jovens de baixa renda alcançados pelos novos programas de universalização da banda larga patrocinados pelo governo federal. Metade desses novos usuários se mostrou incapaz até de abrir e-mail, por total falta de conhecimento.”

Pois é, agora voltemos à materia sobre a vergonhosa defesa de Lula para justificar a altíssima carga tributária.

As críticas generalizadas ao governo, por ter inflado os gastos com o intuito de garantir o crescimento do PIB no segundo trimestre, foram rebatidas pelo presidente Lula.

1 de setembro de 2010

Dilma cogita retorno da CPMF para financiar saúde

Para a candidata do PT, arrecadação da CPMF faz falta ao setor, que hoje não recebe investimentos suficientes, e ela não descartou a criação de um tributo para financiar a saúde, caso seja eleita.

“Ao tirarem a CPMF, nós perdemos R$ 40 bilhões. Não tem país nenhum do mundo que tenha um gasto de saúde tão baixo como o nosso. Tem de garantir dinheiro para saúde, sim. "Se eu for eleita, vou de todas as formas deixar claríssimo qual é o problema da saúde. Tem de ser mobilizada a população para a gente solucionar

28 de agosto de 2010

A construção do estádio do Corinthians pela Odebrecht contará com financiamento do BNDES e isenção fiscal


A construtora pretende utilizar a linha especial criada para a Copa do Mundo de 2014, a BNDES ProCopa Arenas. A linha de financiamento conta com aproximadamente R$ 4,8 bilhões para a construção e reforma de estádios que serão utilizados na Copa. O presidente Lula, que também é corintiano, foi o principal articulador do projeto do estádio do time. Por Guilherme Barros


Não existe almoço grátis, não é mesmo? Alguém tem que pagar!
Por volta do meio-dia na próxima segunda-feira 30, o Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo, vai registrar em tempo real a marca de R$ 800 bilhões na arrecadação de impostos. Em 2009, tal valor foi alcançado 39 dias mais tarde, portanto, em outubro. A entidade estima que a mordida do Leão em 2010, considerando o apetite da fera, será da ordem de R$ 1 trilhão e 200 bilhões. Por Ricardo Boechat

26 de agosto de 2010

Carga tributária causa dano à saúde?


A Associação Comercial de São Paulo quer dar um susto no contribuinte

Vai instalar três calculadoras especiais para dizer às pessoas quanto elas pagam de imposto. A iniciativa será, tipo assim, um complemento ao impostômetro – o “relógio” da Rua Boa Vista, no centro de São Paulo, que informa online quanto o país já embolsou em impostos.

18 de agosto de 2010

Leão morde R$ 68 bilhões em impostos

Mordida recorde

Arrecadação federal ignora a desaceleração da economia e atinge o volume inédito de R$ 67,9 bilhões em julho. Em sete meses, o total de tributos pagos no Brasil é de R$ 450,9 bilhões.

A forte desaceleração da atividade econômica no segundo trimestre, esperada pelo Ministério da Fazenda e aferida por diversos indicadores setoriais antecedentes, não afetou o recolhimento de impostos da União, que parece correr em paralelo ao desenvolvimento da economia e continua a registrar sucessivos recordes mensais. Em julho, a arrecadação federal cresceu 10,54% quando comparada a junho e somou R$ 67,973 bilhões. No ano, os contribuintes já entregaram ao fisco R$ 450,9 bilhões, valor 12,22% superior ao acumulado em 2009. Por Gabriel Caprioli

8 de agosto de 2010

Um confisco de R$ 362 bilhões

Os adversários do modelo privatizado das telecomunicações inventaram a palavra privataria, uma mistura de privatização e pirataria, para desqualificar o processo de desestatização do setor, levantando suspeitas sobre sua lisura. Pura mentira e desespero, por falta de argumentos. Mesmo diante de uma expansão de quase 900% da infraestrutura setorial, em 12 anos, os defensores do velho monopólio estatal ainda falam em privataria.

Mostro neste artigo a incrível ganância estatal, em relação às telecomunicações do País. E começo com uma pergunta: “Você sabia, leitor, que nós, assinantes e usuários de telefonia fixa e móvel – cidadãos como eu e você – já recolhemos R$ 330 bilhões de impostos aos cofres do governo, ao longo dos últimos 10 anos (2001-2010)”? Por Ethevaldo Siqueira – Estadão – continue lendo aqui

7 de agosto de 2010

MP de R$ 80 bilhões, para capitalizar o BNDES, aumenta ainda mais conta de luz

Congresso onera consumidor em MP

Medida provisória repassa custo de usinas a distribuidores se obras de transmissão atrasarem, afetando conta de luz.Projeto a ser votado neste mês favorece usinas com participação da Eletrobras, além de usinas nucleares.

Regras que oneram o consumidor e protegem a Eletrobras e a Petrobras foram introduzidas no texto da medida provisória 487, em análise na Câmara dos Deputados. A MP autoriza uma capitalização de R$ 80 bilhões ao BNDES.

6 de agosto de 2010

"Os tecnoburocratas"

Não há mais estúpido, mais cruel, mais devastador da criatividade empresarial do que a chamada tecnoburocracia encastelada no poder. Ao sabor dos interessantes mais indecentes, mais cruéis, todos os dias se fabricam ao menos meia dúzia de novas formas burocráticas para atormentar aquele que, com esforço próprio, fruto de anos e anos de trabalho árduo, de sol a sol, ajudam a criar a riqueza nacional.

Existe uma ânsia desesperada, dos nossos chamados homens públicos, em gastar, mais e mais, desesperadamente mais, como se o mundo fosse acabar amanhã ou o fogo dos infernos fosse consumir todo o dinheiro circulante na face da terra...Por Uchoa de Mendonça

30 de julho de 2010

Brasileiros pagam 47% só de impostos na conta de luz

Consumidor paga caro por siglas que, muitas vezes, nem sabe para quê servem. Brasil é um dos países com a maior carga tributária sobre a energia do mundo.

Se um consumidor pagou, em média, R$ 1.000 de conta de luz em todo o ano de 2009, 47%, ou R$470, foram para os cofres públicos. A estimativa é do Instituto Acende Brasil, que fez um levantamento de todos os tributos e encargos cobrados do setor elétrico brasileiro. Se comparada a 2008, esta proporção cresceu. Há dois anos, 45,08% da conta eram relativos à impostos.

Com subsídio a energia, governo dobra custo

O governo dobrou o custo do subsídio pago por todos os consumidores para sustentar a geração termelétrica na região Norte, de acordo com cálculos feitos pelo Instituto Acende Brasil. O CCC (Conta Consumo de Combustíveis), rateado pelos consumidores das distribuidoras de todo o país, bancava o custo da compra do óleo a ser usado na produção da região. A publicação de um decreto mudou a forma de cálculo e o encargo passou a incorporar outros custos.

26 de julho de 2010

Impostômetro chega aos R$ 700 bilhões 41 dias mais cedo que em 2009

Os brasileiros atingem, na tarde desta segunda-feira (26), a marca de R$ 700 bilhões de tributos federais, estaduais e municipais pagos em 2010, revelam dados do Impostômetro da ACSP (Associação do Comércio de São Paulo). Em 2009, a marca foi atingida 41 dias depois, em 04 de setembro. O que pode ser feito?

22 de julho de 2010

Petista: impostos não poderão cair de imediato


A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, admitiu ontem que, num eventual governo, não poderá, de imediato, reduzir a carga tributária tão criticada pela classe produtiva. Em vários momentos da entrevista ao programa "3 a 1", da TV Brasil, Dilma disse que é impossível reduzir a carga tributária por decreto, sem atingir estados e municípios. Repetiu que o sistema tributário brasileiro é caótico e que é preferível, a exemplo de países europeus, melhorar a relação entre impostos arrecadados e aplicação em serviços. Na entrevista, Dilma disse que é a favor da redução da carga, mas não tem como fazer isso sem prejudicar os entes federados.